quarta-feira, 30 de abril de 2008

Se cuida, Alexandre!!!



Grande é a preocupação no executivo local com a instauração da comissão parlamentar de inquérito que vai investigar o governo de Alexandre Mocaiber.
" Ser investigado por um Procurador da República e pela Polícia Federal é moleza. Mas uma CPI presidida por Geraldo Venancio, Otavio Cabral como relator e Alciones de Rio Preto como secretario...ai a coisa é pra valer!" disse uma fonte da prefeitura, muito nervosa.

terça-feira, 29 de abril de 2008

uma queda triste



Recebo através de Aucilene freitas o comunicado que as Orquestra Sinfônica de jovens e crianças do Centro de Cultura Musical de Campos encerram suas atividades.

O lamento como espectador, pois desfrutava cada uma das apresentações as que podia assistir. Nem era necessario ser um especialista em música erudita para se emocionar com suas interpretações.

Mas o lamento ainda mais como morador campista, ao saber que a cidade fica um pouco mais ignorante.

Uma queda lenta


Dizem que um pessimista é um otimista bem informado. Eu sou mais um pessimista da categoria dos otimistas com medo às decepções. Como disse Millor, é melhor ser pessimista porque assim você se da bem qualquer seja o desfecho duma situação.

Nos recentes acontecimentos campistas, confesso que inocentemente meu lado otimista floresceu. Durante alguns dias pensei que a justiça e a sociedade iam corrigir a penosa situação que se vive na cidade, mas rapidamente o bom senso voltou a me indicar o quanto se está longe disso acontecer.

Resgato de tudo isso a manifestação “Chega de Palhaçada” promovida pelos blogs Urgente e Roberto Moraes. Contudo, não posso deixar de perceber que foi um louvável ponto de partida de um processo que vai demorar bastante até conscientizar a maioria da população da necessidade de uma mudança. Os campistas continuam acompanhando a política local como se fosse um episódio de novela, onde sua participação se limita apenas à observação passiva. São passageiros impotentes de um avião que desaba lento.

Prevejo que dificilmente o resultado das próximas eleições seja outro do que o retorno de Arnaldo Vianna ao governo. Talvez os campistas sejam mais realistas ao pensar que é melhor escolher o menos pior. Lembra-me àquela anedota do camponês russo que ao ser perguntado como se encontrava respondeu “Mais ou menos. Estou pior do que o ano passado, mas melhor do que estarei ano que vem”.

Afinal, os campistas são tão otimistas quanto eu.

domingo, 27 de abril de 2008

O que fizemos para merecer isto?

Roberto Pompeu de Toledo é um dos colunistas mais moderados e equilibrados a revista Veja. Por isso me surpreendeu sua matéria publicada na edição deste fim de semana que fala da vitória de Lugo no Paraguai.

Pompeu de Toledo se surpreende de que os paraguaios evoquem a figura do Marechal Solano Lopez ao compará-lo ao presidente eleito semana passada. Solano Lopez foi o presidente do Paraguai durante a infame Guerra da Tríplice Aliança, ou mesmo Guerra do Paraguai, que entre 1865 e 1870 enfrentou àquele pais aos da Argentina, Brasil e Uruguai.

No seu artigo, Pompeu recomenda aos paraguaios escolher uma figura histórica melhor do que a de Lopez, quem segundo ele “montou uma ditadura em que vizinhos espiavam vizinhos, filhos delatavam pais e padres funcionavam, nos confessionários como espiões. Encarcerou, torturou e matou.” Mas adiante afirma que “Lopez comandava um pais miserável e um exercito maltrapilho, por ele lançado numa aventura militar e com tanta chance de sucesso quanto, um século depois, a do argentino Galtieri contra os ingleses na disputa pelas Malvinas.”

A primeira coisa que me passou pela cabeça foi a constatação da enorme diferença de conceito que os brasileiros tem da Guerra do Paraguai em relação a argentinos e paraguaios.

Para nos argentinos, essa guerra foi uma vergonha, uma mancha na historia sulamericana. Um conflito armado que, alem de ceifar uma enorme quantidade de vidas, determinou o destino do Paraguai ao que ele é hoje em dia: o sinônimo de pais bananeiro sem lei, que vive do contrabando e de instituições democráticas muito frágeis.

Pois embora as versões brasileiras e argentinas não concordem na descrição do Paraguai antes da guerra ( o segundo pais mais desenvolvido das Américas, atrás dos Estados Unidos: a primeira linha ferroviária, os primeiros telégrafos e a primeira fundição de ferro de toda América do sul estavam instaladas em Assunção e Ybycu'i ; o primeiro buque feito na região feito com carcaça de aço, o Yporâ, foi construido nos astilheiros da capital paraguaia. A educação era obrigatória e gratuita, etc, etc.), não há disenso na hora de relatar a situação do pais depois do conflito: sua população se reduziu de 1.525.000 habitantes para aproximadamente 221.000 dos quais apenas 28.000 eram homens, a maioria crianças e idosos; o Paraguai perdeu 168 mil km² para Argentina (provincia de Formosa) e Brasil ( Mato Groso).

Aliás, se o exercito paraguaio era maltrapilho, como se explica que tenham sido necessário tres paises (sem contar a Inglaterra como financiadora destes) e cinco anos para derrotá-lo?

Solano Lopez não se ajustava aos padrões democráticos de hoje, certamente. Mas quem se ajustava naquela epoca? O império do Brasil com uma monarquia que mantinha a escravidão? A Argentina com sua democracia fajuta, na qual apenas uma elite votava? Razoar dessa maneira sem atender ao contexto histórico é tão errado quanto dizer que os romanos foram um povo atrasado porque praticavam a pena de morte.

Pompeu não fala da intervenção brasileira no Paraguai depois da guerra, que até 1876 funcionou como um estado brasileiro, nem das reparações econômicas que lhe foram impostas, obrigando a se endividar com a banca britânica, e que selaram seu destino como o segundo pais mais pobre de América do Sul.

Mas suspeito que a culpa não é somente dele. O resto do Brasil compartilha essa visão do que foi e do que é o Paraguai, e não tem muita ideia do que aconeceu naquela guerra. Daí talvez a surpresa com o rancor paraguaio, que não começou com a construção da represa de Itaipu.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Comportamento do blogueiro diante do comportamento do eleitor

Como sempre fica bem citar algumas frases célebres, e por outro lado evitar ter que elaborar uma teoria própria, aqui vão algumas considerações sobre eleições, democracia e manipulação, feitas por gente importante:


- A democracia é quando as pessoas são livres de escolher alguém que depois as frustrarão.
Laurence Peter

- Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo.
Abraham Lincoln

- Você pode enganar todas as pessoas algum tempo e algumas pessoas todo o tempo. E isso é suficiente.
Laurence Peter

- A democracia é um sistema que faz com que nunca tenhamos um governo melhor do que merecemos.
George Bernard Shaw

- A democracia é uma superstição baseada na estatística.
Jorge Luis Borges

- Uma pesquisa de opinião pública não é nenhum substituto para o raciocínio.
Warren Buffet

- Quanto maior a mentira, maior a chance de todos acreditarem nela.
Adolf Hitler

- Todos os males da democracia se podem curar com mais democracia.
Alfred Emanuel Smith

sábado, 19 de abril de 2008

Panorama Político

Por Pullo Xavier Saldanha Coutinho
pu.xa.sa.co@caidoemcampos.com.br


Campos vive momentos difíceis. Momentos que nos obrigam a fazer uma reflexão profunda acerca dos últimos acontecimentos políticos, mantendo sempre um compromisso primordial: o bem estar de nossa querida Campos dos Goytacazes. A gloriosa Campos que tanto fez pelo Brasil; que tantos homens e mulheres com o espírito de luta e de perseverança viu nascer na sua terra. Homens como o grande José do Patrocínio, e mulheres como a heroína Benta Pereira de Souza.

Estamos diante de uma encruzilhada que nos confunde. A cidade começou o fim de semana com dois prefeitos. Os dois alegam estarem com a razão e a justiça. Por um lado, o prefeito Alexandre Mocaiber, esse notável médico que passou os últimos três anos comandando o nosso município com simpatia e, sobretudo, com muita paz. Pelo outro lado, o prefeito Roberto Henriques, que assumiu o governo há 37 dias e que vem demonstrando capacidade, determinação e honestidade.

Por trás destes homens notáveis, há dois grupos que se enfrentam, mas que uma vez foram um só: o comandado pelo também médico Arnaldo Vianna, um político bonachão, afável e de grande apelo popular que junto com sua maravilhosa ex esposa Ilsan Vianna governaram até 2004 (quando foram sucedidos por esse exemplo de austeridade que foi Carlos Alberto Campista), e o setor dirigido pelo querido ex-prefeito e ex-governador Anthony Garotinho, espelho fiel do talento político vernáculo, sempre acompanhado da bela e valente Rosinha.

Mas temos fé em que a justiça saberá nos tirar dessa incerteza que tanto mal faz ao município. Essa justiça zelosa e implacável que, mediante o acionar comprometido e rigoroso do incrível procurador federal Eduardo de Oliveira e do maravilhoso, majestoso e esplêndido Juiz Federal Fabrício Antônio de Souza, souberam investigar e determinar a prisão de, entre outros, o estupendo Geraldo Seves, do talentoso e magnífico Alex Campos e do supercalifragilisticexpialidocious Francisco de Assis Rodrigues.

Devemos aguardar os acontecimentos. Por nossa parte vamos continuar nessa luta, escrevendo o que pensamos tem que ser feito sem temor a nada e a ninguém, pois ninguém poderá calar essa voz independente e destemida, que não teme dizer a verdade, doa a quem doer.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Nada mais a dizer

Uma CPI rigorosa



Caso a Câmara de vereadores de Campos venha acolher o pedido do Ministerio Publico Federal que pediu abertura de de comissão de Inquérito para investigar o governo de Alexandre Mocaiber, ela já teria preparada uma força tarefa especializada em investigações administrativas. Entre os nomes cotados para participar, estariam os de Scooby Doo e Salchicha, o Superagente 86 e o inspector Clouseau. Uma fonte da legislatura municipal foi terminante: "utilizaremos todo nosso potencial para descobrir qualquer irregularidade que tenha se cometido, se é que isso aconteceu, coisa que duvidamos bastante".

terça-feira, 15 de abril de 2008

prefeitos em luta



Para a organização de prefeitos de municípios produtores de petróleo, a possível perda de receita seria uma tragédia para a região. Um deles afirmou "tirarmos os royalties seria como obrigar a Eike Batista a andar de Fusca. Rogamos aos legisladores para que, pelo menos, não modifiquem a distribuição desses recursos até que as receitas genuinas possam bancar a roubalheira e os padrões de luxo a que estamos acostumados".

segunda-feira, 14 de abril de 2008

domingo, 13 de abril de 2008

a vez da Argentina



Dois posts atrás falei sobre Os Simpsons e o episódio do Rio de Janeiro que trouxe tanta polêmica. Agora, os amarelos implicaram com a Argentina.

O décimo episódio da 19º temporada mostra um diálogo entre Lenny e Carl, os amigos bebuns de Homer, a respeito de uma das tantas crises de democracia que acontecem em Springfield.

Carl: O que eu gostaria é uma ditadura como a de Juan Peron. Quando ele te desaparecia, você permanecia desaparecido.

Lenny: Pois é. E além disso, a sua mulher era Madonna.

Agora vão aparecer quem discuta se Peron foi ou não ditador, se no seu governo desapareceram pessoas, e outros comentários chauvinistas acerca da intromissão dos americanos nos asuntos locais, etc.

Depois de quase 20 anos no ar, Os Simpsons mantém sua melhor característica: seu humor franco atirador que dispara para todos lados.

sábado, 12 de abril de 2008

Livros livres

“Os livros liberam as pessoas. Os presos lêem para se sentirem livres por uns instantes. Mulheres presas a seus maridos lêem os amores libertadores com que sonham. Mas os livros também estão presos, se afogando com seus pares em estantes de madeira. Quando alguém termina de ler um livro, o coloca na sua biblioteca para que aqueles que visitem sua casa saibam que é uma pessoa ilustrada.

A pagina Internet Book Crossing, desde 2001 se encarrega de liberta-los. Seu criador o canadense Ron Hornbaker propõe que as pessoas tirem os livros de seus lares para esconde-los nas ruas à espera de novos leitores, e que isso fique registrado em seu site.

Depois surgiram outros movimentos similares, o mais conhecido na Argentina é o Libro Libre, que nos três últimos 21 de setembro (dia da primaveira) propôs uma liberação geral de exemplares. Os livros, então, viajam pela cidade para serem lidos, para serem roubados, para se perder nas ruas ou se afogar numa tormenta; para sofrer sua liberdade.”

Traduzido do jornal crítica, que aderiu à campanha liberando toda semana um livro recomendado por algum escritor. Eles escondem o exemplar em uma praça, por exemplo, e avisam aos seus leitores que lá se encontra. Que o achar tem que, depois de lê-lo, deixa-lo em algum outro ponto da cidade.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Quando sobram as palavras


(clique na imagem para ampliar)

Há tempo que os índices de inflação da Argentina fornecidos pelo INDEC (o IBGE de lá) são questionados por suspeita de manipulação.

Ontem, saiu o índice oficial de março: 1,1% (mês onde aconteceu o boicote do campo, que desabasteceu de alimentos o país).

Hoje, essa acima foi a capa do jornal Crítica, de Buenos Aires.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Mau humor venezuelano



A notícia que o orgão regulador da televisão de Venezuela proibiu a exibição de Os Simpsons por considerar que é uma má influência para as crianças, mais do que representar um ato de censura próprio de uma ditadura, significa a amostra perfeita da mentalidade "homersimpsoneana" do regime de Chávez.

Lembro agora do episódio do programa que se passa no Rio de Janeiro e as reações de indignação dos funcionários municipais. O humor é muito perigoso.

Dizia o escritor Fontanarrosa que o contrário do humor não é a seriedade, mas o pomposo, o estupidamente solene. Aquilo que, por sua vez, acaba sendo objeto de comêdia.

“Acho engraçado tudo o que é cerimonial, acadêmico: as instituições rígidas, a Igreja, os exércitos, alguns escritores. Aqueles que observam a vida como de cima de um pedestal de mármore. Eles se prestam para que a gente ria deles.”

domingo, 6 de abril de 2008

Post Mortem



Dani the O era um ilustrador e chargista argentino, possuidor de uma mistura estranha de humor, feroz e inocente. Tinha 41 anos e morreu o dia 29 de março em conseqüência de um derrame.

O que me chamou a atenção foi visitar seu blog. Seu último post é do dia 25 de fevereiro. Tive então a nova e esquisita sensação de visitar a página web de um morto. Pensei a banalidade de que ele permanecerá como está, caso ninguém mais tenha a senha de acesso, até que o Blogspot decida tira-lo do ar por falta de movimentação.

Nesse momento reparei nos comentários desse post final. São 181. Eles começam falando sobre a charge publicada. Depois, sobre a noticia do derrame, as saudações e os desejos de recuperação. Logo a seguir, alguém posta “boa viagem, Dani” e a partir daí é tudo dor, tristeza e raiva.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

UMA ESCUTA ESTARRECEDORA

(TELEFONE DO PROCURADOR. 15:24H)

- alô, sr. Procurador

- oi, sr. Vereador, como vai?

- Mais ou menos, tô com um problema sério, mas sério mesmo...

- Pode falar

- O pessoal do meu distrito está me pressionando... fazendo várias reclamações de que na comunidade não há saneamento básico, nem ruas asfaltadas. E que a noite todos devem permanecer em suas casas por medo a serem assaltados.

- Bom, você sabe como é...a Prefeitura está fazendo sua parte, mas as vezes os resultados demoram um pouco em aparecer.

- E que eles estão ameaçando com contar tudo.

- Como assim?

- É...que vão botar a boca no trombone, que a casa vai cair...

- Mas perai, o que é que eles podem falar?

- Dizem que vão contar para as pessoas do resto do município a pouca atenção que recebem por parte do governo. E que se sentem muito desapontados.

- O quê??? Mas isso é muito grave!!!

- Pois é...

- Meus Deus...você tem que acalmá-los. Que entendam que estamos trabalhando sem descanso...

- Sei...

- ...E você também tem que fazer sua parte.

- Como assim? Eu faço, Procurador... tenho duas ambulâncias lá. E tento sempre conseguir algum biquinho na prefeitura para quem precisa.

- Mas isso não é bom, senhor vereador. O senhor não tem que fazer isso...

- Ah não?

- É claro... o senhor, se quiser ajudar, deveria legislar para que os recursos dos royalties cheguem a sua comunidade, criando leis que beneficiem toda a população.

- Eu posso fazer isso?

- Não pode, deve! E se quiser ajudar mais ainda, deveria fiscalizar o acionar do Executivo. Você tem que me ajudar a controlar que as ações da prefeitura se submetam ao império da Lei e da Constituição...

- Não temos tempo a perder!!! Vou falar com meus colegas da Câmara. Temos que agir de forma urgente.

- Isso mesmo, ja estou ligando pro Prefeito. Vou comentar o que está acontecendo nessa comunidade. Ele vai ficar furioso, mas tem que saber. Espero que ainda tenhamos tempo de resolver o problema dessas pessoas, antes que fiquem totalmente decepcionados conosco.

- Pelo amor de Deus, nem fale isso...o que vão pensar dos políticos.

- Não somente isso...o que podem pensar do sistema de representação popular!!

- Estamos ferrados...

- Sr. Vereador, não se desespere...Me diga...você não está me ligando de celular, está?

- Não estou não. Me cortaram o celular porque me atrasei mês passado.

- Porque ninguém pode saber que falamos, imagine se esta conversa fosse divulgada...

- Não quero nem imaginar, já estou desligando. Adeus sr. Procurador.

- Boa tarde, sr. Vereador.

(fim da conversa)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

BRASIL E ESPANHA CHEGAM A UM ACORDO SOBRE NORMAS DE IMIGRAÇÃO

O procedimento seria o seguinte: O processo de indagação da imigração espanhola continuará da mesma forma, mas agora será acompanhado por um policial federal brasileiro, o único autorizado a humilhar e eventualmente, espancar seus compatriotas.

Teste seu conhecimento



O que disse o Presidente da Câmara Municipal de Campos, Marcos Bacellar, sobre os últimos acontecimentos políticos da cidade?

1- “O prefeito Alexandre Mocaiber é pinto perto de Garotinho. O ex-governador é uma máquina de corrupção."

2 - "É verdade que os vereadores fomos todos comprados e por isso não podemos afastar Mocaiber. Mas também não queremos nos estressar com Roberto Henriques, pois ele manda agora, e a Câmara está sempre disposta a ouvir novas ofertas"

3 - "Se a gente rouba, Garotinho roubou mais, uê. É justo isso?"

4 - "A diferença entre dirigentes e dirigidos, ou representantes e representados, acaba por afastar a política das praticas cotidianas, afastando duas esferas muito intimas na democracia direta: a política e a vida social. Como bem menciona o saudoso filósofo Cornelius Castoriadis, "a representação "política" tende a "educar" – isto é, a deseducar – as pessoas na convicção de que elas não poderiam gerir os problemas da sociedade, que existe uma categoria especial de homens dotados da capacidade especifica de "governar""