sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Acerca da novela do IPTU campista I: a declaração que gostariamos de ver
Acerca da novela do IPTU campista II: Esse povo não lê, não?
Isso é provocar
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
SEM QUERER ESTRAGAR AS FÉRIAS DE NINGUÉM...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Do preconceito à admiração
Quintin (apelido de Eduardo Antin) é uma figura interesantíssima dentro da blogosfera argentina. Foi fundador da revista de cinema “El Amante” e diretor do Festival de Cinema Independente de Buenos Aires. Já citei algumas críticas dele, como aquela acerca de “Tropa de Elite” onde arrebenta (com razão) o filme de Padilha.
“Na matéria de Beatriz Sarlo que comentamos dias atrás fala-se de Chico Buarque como um autor importante que é lido por um público minoritário. Sarlo fala ‘dos notáveis romances de Chico Buarque’ e quando li isso não acreditei. Tem muita gente que elogia o brasileiro sem medida: de Eduardo Duhalde até os inúmeros (e insuportáveis) seguidores de Caetano Veloso. Só falta agora que Chico Buarque seja um grande escritor, pensei. Não que tenha a priori nada contra o Chico Buarque, acontece apenas que forma parte dessa massa indistinta que é, na minha opinião, a música popular brasileira, na qual apenas consigo distinguir João Gilberto dos outros. É verdade que o meu caso é de preconceito total, preconceito e ignorância, mas de repente lembrei que tinha um romance de Buarque na biblioteca:Budapeste (2003). Lembrei também que uma vez alguém confiável me indicou o romance, indicação que suspeitei pelas razões já expostas. Apenas cheguei a comprar o livro e lá o deixei.
[...] chegamos ao Buarque escritor, que já desde a orelha do livro nos olha com empáfia e vestindo um suéter de gola. O que faz um carioca com um suéter de gola? Continua exilado o Buarque? O problema é que o cara ri com esse ar de presunção porque Budapeste é um romance incrível, de um escritor que apenas pode ser descrito como magistral.”
[...]Há muito mais
A matéria completa de Quintín, em espanhol, está aqui.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A melhor época para ficar em Campos
Serviço de errata alheia
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
CRACHÁS


terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
COMO ESTRAGAR UM BAIRRO
Poderia se pensar que o Flamboyant é assim porque é um bairro “de gente rica”, mas isso não é exatamente assim. Na verdade, o que fez do bairro uma exceção de urbanismo e qualidade de vida foi o alguma vez rígido gabarito de construção, que impedia basicamente duas coisas: instalação de comércios e construção de prédios de mais de 2 andares.
Assim, respeitando essas duas regras básicas, o Flamboyant evitou a superpopulação, o trânsito de veículos comerciais e o trafego intenso de carros. Logicamente, uma questão de mercado fez com que terrenos ali instalados se valorizassem, ao ponto de resultar acessíveis apenas para os que estão em melhores condições econômicas. Mas foi o planejamento urbano que valorizou o Flamboyant. Certamente, se todos os bairros da cidade seguissem algum tipo de gabarito planejado, Campos toda seria mais democrática no aspecto da beleza urbana.
Infelizmente, parece haver uma despreocupação absoluta por parte do governo (o atual e os anteriores) em relação à maneira como a cidade cresce. Basta andar pelas ruas de Guarús, por exemplo, com o seu traçado urbano labiríntico, ou observar como na área da Pelinca, a cada dia, pipocam prédios de 15 ou 20 andares, respondendo a uma especulação imobiliária sem controle que está devastando bairros outrora tranqüilos como o Parque Tamandaré.
Bem, agora parece que chegou a vez de arruinar o Flamboyant:
Há algum tempo que a altura máxima de dois andares vinha sendo driblada, especialmente na área conhecida como “Flamboyant
Não consigo entender a quem pode beneficiar isso, tirando a imobiliária e a construtora, claro.
Tenho certeza que os responsáveis da obra têm autorização da prefeitura para realizá-la. O que me pergunto é por que as autoridades se empenham
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Argentina chora por ele

Mais uma amostra da paixão velatória argentina poderá ser apreciada hoje. O cantante Sandro, desconhecido no Brasil mas bastante popular na América Latina, morreu ontem aos 64 anos vitima de complicações decorrentes de uma infecção generalizada. Sandro foi o autor da música "Tengo", conhecida aqui graças a Sidney Magal. Aqui, a versão original.
Esperam-se longas filas de admiradores aguardando para entrar no Congresso Nacional, onde seus restos serão velados. Assista aqui o lamento ao vivo.
"Na Argentina, os mortos circulam. É a necrofilia ambulatória" Miguel Wiñazki








