sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Vivam os trailers
Me acontece as vezes que um trailer me emociona muito mais do que o próprio filme que está promocionando. Esse pequeno audiovisual é uma arte em si mesma, pois requer uma certa habilidade para transmitir em poucos segundos a essência daquilo que dura, em média, 2 horas.
Os trailer americanos, embora pioneiros na área, últimamente deixam bastante a desejar. Pareceria que a premissa agora é simplesmente "contar" o roteiro todo em poucos minutos, com uma musicalização que vai ficando insuportável até aparecer o nome do filme em questão. Hitchcock era um grande realizador de trailers, muitos deles eram filmações especiais, e não imagens extraídas do filme.Recomendo ver alguns no Youtube, como esse aqui de Psycho onde o próprio Alfred mostra a "cena do crime".
Um dos mais sugestivos trailers do cinema argentino seja, talvez, o de "Histórias Extraordinárias". Filme realizado em vídeo, com apenas 30.000 dólares, 4 horas de duração e que muitos dos meus compatriotas se arriscam a qualificar como o melhor da história cinematográfica argentina, e do qual já falamos no Monstruo de Dos Cabezas . Como disse naquela oportunidade, não sei se haverá chance de ver o filme no Brasil, mas o trailer já justifica sua existência.
Os trailer americanos, embora pioneiros na área, últimamente deixam bastante a desejar. Pareceria que a premissa agora é simplesmente "contar" o roteiro todo em poucos minutos, com uma musicalização que vai ficando insuportável até aparecer o nome do filme em questão. Hitchcock era um grande realizador de trailers, muitos deles eram filmações especiais, e não imagens extraídas do filme.Recomendo ver alguns no Youtube, como esse aqui de Psycho onde o próprio Alfred mostra a "cena do crime".
Um dos mais sugestivos trailers do cinema argentino seja, talvez, o de "Histórias Extraordinárias". Filme realizado em vídeo, com apenas 30.000 dólares, 4 horas de duração e que muitos dos meus compatriotas se arriscam a qualificar como o melhor da história cinematográfica argentina, e do qual já falamos no Monstruo de Dos Cabezas . Como disse naquela oportunidade, não sei se haverá chance de ver o filme no Brasil, mas o trailer já justifica sua existência.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Mangabeira, ou a segunda engolida de sapo petista
“Tenta-se abordar o núcleo duro da pobreza com programas capacitadores e aí não funciona. Populações mais miseráveis são cercadas por um conjunto de inibições até de ordem cultural, que dificulta o êxito desses programas”
Mangabeira disse, ainda, que existe (o deveria existir)uma categoria sociológica nova: a dos batalhadores, que estariam mais perto da classe média do que os pobres-pobres.
Falando mal e pronto, o ministro falou aquilo que o pessoal de esquerda tanto critica quando ouvido da boca do "homem comum": tem pobres que querem continuar pobres, preferindo continuar vivendo às custas do trocado que o estado lhes dá.
Curiosíssimas declarações. Isto vai dar pano pra manga!
Mangabeira disse, ainda, que existe (o deveria existir)uma categoria sociológica nova: a dos batalhadores, que estariam mais perto da classe média do que os pobres-pobres.
Falando mal e pronto, o ministro falou aquilo que o pessoal de esquerda tanto critica quando ouvido da boca do "homem comum": tem pobres que querem continuar pobres, preferindo continuar vivendo às custas do trocado que o estado lhes dá.
Curiosíssimas declarações. Isto vai dar pano pra manga!
Vereadores aprovam por unanimidade redução de salários da Prefeita e Vice
Perguntas:
- Quantos vereadores que estão hoje na Câmara faziam parte da composição anterior?
- Quantos vereadores votaram, em julho do ano passado, o aumento de salário para Prefeito, Vice e para eles mesmos?
- Quais deles votaram pelo aumento, ano passado, e pela redução, ontem?
- Quanto vale um vereador?
- Quantos vereadores que estão hoje na Câmara faziam parte da composição anterior?
- Quantos vereadores votaram, em julho do ano passado, o aumento de salário para Prefeito, Vice e para eles mesmos?
- Quais deles votaram pelo aumento, ano passado, e pela redução, ontem?
- Quanto vale um vereador?
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Outra opinião
Do blog "Yo Contra el Mundo" de Esteban Podetti:
'Bem, agora já vi de tudo nesta vida. Acontece que esse cara, o piloto do avião que pousou no rio Hudson é um herói. O motivo? “Evitou uma tragédia”, porque ninguém morreu. Lógico, evitou uma tragédia depois de quase provocá-la. É o mesmo que, suponhamos, eu escreva um post horrível e depois, no final, acrescente a piada do fanho que vai comprar um papagaio. “Oba! Que herói, evitou um post de merda”.
Falemos francamente: o cara deixou cair um avião. DEIXOU CAIR. Fez mal o seu trabalho, que consiste especialmente em que o avião não caia, e, se possível, chegar ao destino e pousar numa pista asfaltada. Não na água, matando patinhos e peixes (e gastando milhares de dólares em equipamentos caríssimos). Em vez de admoestá-lo, demiti-lo ou linchá-lo, o tratam como uma celebridade e o prefeito de Nova Iorque lhe dá as chaves da cidade e lhe fazem festas e tudo mais. Ótimo.
Eu imagino ao ofendido leitor olhando-me com expressão indignada: “E você quem acha que é? O que você fez para falar assim deste Herói da Aeronavegação?”
E eu respondo: bem, amigo, sabe o que eu fiz? Nunca deixei cair um avião. Isso eu fiz.'
'Bem, agora já vi de tudo nesta vida. Acontece que esse cara, o piloto do avião que pousou no rio Hudson é um herói. O motivo? “Evitou uma tragédia”, porque ninguém morreu. Lógico, evitou uma tragédia depois de quase provocá-la. É o mesmo que, suponhamos, eu escreva um post horrível e depois, no final, acrescente a piada do fanho que vai comprar um papagaio. “Oba! Que herói, evitou um post de merda”.
Falemos francamente: o cara deixou cair um avião. DEIXOU CAIR. Fez mal o seu trabalho, que consiste especialmente em que o avião não caia, e, se possível, chegar ao destino e pousar numa pista asfaltada. Não na água, matando patinhos e peixes (e gastando milhares de dólares em equipamentos caríssimos). Em vez de admoestá-lo, demiti-lo ou linchá-lo, o tratam como uma celebridade e o prefeito de Nova Iorque lhe dá as chaves da cidade e lhe fazem festas e tudo mais. Ótimo.
Eu imagino ao ofendido leitor olhando-me com expressão indignada: “E você quem acha que é? O que você fez para falar assim deste Herói da Aeronavegação?”
E eu respondo: bem, amigo, sabe o que eu fiz? Nunca deixei cair um avião. Isso eu fiz.'
Uma sugestão
Nunca participei da Rede Blog que organiza o Urgente de Vitor Menezes. E desta vez não sei se isto que escrevo se encaixa dentro da premissa "Como promover mecanismos para a participação política direta da sociedade civil em Campos?", mas há algum tempo tenho esta idéia na cabeça, e vou utilizar a mobilização dos blogs como desculpa.
De que maneira a sociedade civil pode participar da política é uma coisa que foge ao meu raciocínio e até ao meu interesse. Acho que hoje em dia existem canais adequados para isso que são osbtaculizados (como sempre)pelos interesses dos políticos que se apropriam deles para convertê-los em espaços de luta por suas ambições pessoais. O problema aqui não é a falta de bocas, mas a falta de ouvidos: é o poder público quem tem que ter a vontade de escutar o povo; meios pra se expressar existem, como este aqui.
Enfim, disse que ia utilizar a data para propor minha sugestão. É na verdade algo que gostaria de ver realizado, e logicamente duvido que alguém dê bola pra isso, embora seja (para mim) absolutamente necessário.
É isto aqui: a criação de um parque. Um parque de dimensões respeitáveis, com árvores, plantinhas, caminhos e ciclovias. Com espelhos d'agua e estátuas. A localização deste parque poderia estar aqui:

Ou seja, detrás da Nilo Peçanha, entre a Usina do Queimado e a Estrada do Contorno. Da Estrada do Carvão até o Ex Trevo do Indio.
E porquê? Porque toda cidade que se quer tem um grande parque. Ibirapuera, Aterro de Flamengo, Palermo, etc. Um parque demonstra que essa cidade teve alguma vez governantes que gostaram dela tanto como para destinar várias hectáres à grama e às folhas. Demonstra também que há (ou houve) naquela cidade uma coisa mais forte que a especulação imobiliária, a corrupção e a incompetência administrativa.
Desconheço a quem pertence essas terras; se é possível a sua expropriação, etc.etc. Deixo isso aos governantes, assim como o nome do político com que seráestragado denominado. Permito que qualquer um se aproprie desta idéia e leve o reconhecimento. O único que peço é poder andar algum dia por um lugar assim em Campos dos Goytacazes.
De que maneira a sociedade civil pode participar da política é uma coisa que foge ao meu raciocínio e até ao meu interesse. Acho que hoje em dia existem canais adequados para isso que são osbtaculizados (como sempre)pelos interesses dos políticos que se apropriam deles para convertê-los em espaços de luta por suas ambições pessoais. O problema aqui não é a falta de bocas, mas a falta de ouvidos: é o poder público quem tem que ter a vontade de escutar o povo; meios pra se expressar existem, como este aqui.
Enfim, disse que ia utilizar a data para propor minha sugestão. É na verdade algo que gostaria de ver realizado, e logicamente duvido que alguém dê bola pra isso, embora seja (para mim) absolutamente necessário.
É isto aqui: a criação de um parque. Um parque de dimensões respeitáveis, com árvores, plantinhas, caminhos e ciclovias. Com espelhos d'agua e estátuas. A localização deste parque poderia estar aqui:

Ou seja, detrás da Nilo Peçanha, entre a Usina do Queimado e a Estrada do Contorno. Da Estrada do Carvão até o Ex Trevo do Indio.
E porquê? Porque toda cidade que se quer tem um grande parque. Ibirapuera, Aterro de Flamengo, Palermo, etc. Um parque demonstra que essa cidade teve alguma vez governantes que gostaram dela tanto como para destinar várias hectáres à grama e às folhas. Demonstra também que há (ou houve) naquela cidade uma coisa mais forte que a especulação imobiliária, a corrupção e a incompetência administrativa.
Desconheço a quem pertence essas terras; se é possível a sua expropriação, etc.etc. Deixo isso aos governantes, assim como o nome do político com que será
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
VOLTEI
Depois de uma longa estadia em Buenos Aires, onde matei a saudade de amigos, alfajores e empanadas, encontro-me aqui tentando reiniciar o blog. Vamos ver se temos a força de vontade suficiente.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
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