No conto "Tlon, Uqbar, Orbs, Tertius" de Jorge Luis Borges, o protagonista (o autor)descobre as estranhas costumes da terra de Uqbar atraves de uma singular edição da Enciclopedia Britanica, a do seu amigo Bioy Casares. Dita enciclopédia possuia num dos seus volumes (Tor-Ups) 4 páginas a mais do que qualquer outra impressão da afamada publicação: aquelas que se referem àquele estranho pais.
Lembrei do conto ao descobrir a Desciclopédia na internet: uma Wikipédia bizarra, que cópia fielmente seu estilo visual e inclusive permite, como esta, a participação de qualquer internauta que queira aportar dados.
A Desciclopédia vem a ser o que os críticos da Wikipédia acham que esta é: um monte de besteira. Só que sem a máscara da verosimilitude. Vejam aqui uma de suas páginas, a que se refere a Argentina (a do Brasil não é menos ofensiva, mas coloquei a do meu país para os que acham que sou um argentino bundão).
Ah! e o conto de Borges está aqui, em português.
domingo, 31 de agosto de 2008
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Depois de Horas

Talvez, numa prateleira de alguma locadora campista, vocë encontre este filme de Martin Scorsese, que durante muito tempo esteve sem editar no Brasil. Se o encontrar, alugue-o. Ou, pelo menos, me avise onde o achou.
Uma peça rara na filmografia do diretor. Comêdia negra sem a violência gráfica que o caracteriza, mas não por isso menos perturbadora. A infeliz viagem de um pobre coitado que, ao querer fugir de sua rotina entediante, descobre uma Nova York alucinada, noturna e essencialmente femenina.
Disse o crítico americano Emanuel Levy: A SoHo version of Ulysses? A male rendition of Alice in Wonderland? In Scorsese's brilliant noir comedy, a bored and repressed Everyman becomes an alien in his own town, subjected to one surreal nightmare after another, mostly by women.
"Depois de horas, as regras não são as mesmas."
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Horário eleitoral gratuito

- Olá, Munchaussen!
- Mas olha quem chegou! Propi!!
- Sim, sou Propi, o amigo de todos. Como está o senhor?
- Muito bem, Propi, o que posso fazer por vocë?
- Estou muito preocupado, Munchaussen. Pois não sei o que vai acontecer comigo depois das eleições....
- Comigo na Prefeitura, você não terá motivos para se angustiar. Você faz parte de nossa cidade, da nossa cultura campista, brasileira e latino-americana. Propi, você terá um lugar de destaque no nosso governo.
- É mesmo?
- Claro! Olha, é por pessoas como você que eu entrei na política, você é a força que nos movimenta. O lubrificante do motor da nossa futura gestão.
- Oba! Então no dia 1º de janeiro estarei lá, ao lado do senhor, para acompanhá-lo em cada reunião, cada decisão que for tomar, facilitando sua vida e a de todos os que queiram colaborar conosco!!!
- Ha,ha,ha...não esperava outra coisa de você. Felicidade e Alegria para todos!!
- Munchaussen Prefeito!!!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
PROPOSTAS PARA UMA CAMPOS MELHOR - MUNCHAUSSEN PREFEITO

(Maquete eletrônica estudo arquitetura Haatchi & Levinson - Amsterdã)
HABITAÇÃO
Construção de um mega arranha-céu em São Martinho.
Dizem que Campos tem um grande déficit habitacional. Na verdade, o que acontece é que há mais familias que casas. No governo Munchaussen isso será resolvido! Construiremos um conjunto residencial monobloco, composto de um (1) prédio de 782 andares, no distrito de São Martinho. Cada andar terá 25 unidades, compostas de kitinete e banheiro. São 19.550 novas moradias, bem longe da cidade!! Adeus favelas! Adeus favelados!! Olá progresso!!!!
Custo aproximado: 50 bilhões de reais.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Vote nos candidatos do PRC
Propostas para uma Campos Melhor - Munchaussen prefeito

(Maquete eletrónica estudo arquitetura Haatchi and Levinson, Amsterdã)
INFRA-ESTRUTURA
Construção de 18 novas pontes sobre o Rio Paraíba.
As aguas do Paraíba partem a cidade em duas metades contrastantes. De um lado, a pobreza e a marginalidade; do outro, a feiúra e a pobreza. Não podemos continuar assim, vamos derrubar esse muro de Berlim que é o rio Paraíba, construindo uma ponte ao lado de outra ponte, para assim integrar melhor nossos bairros, e também evitar alagamentos que tanto sofrimento trazem ao nosso povo sofrido, alienado e miserável.
Custo aproximado: 50 bilhões de reais.
Muchaussen Prefeito. Alegria para todos.
domingo, 24 de agosto de 2008
O blog toma partido

Porque não podemos continuar indiferentes. Porque entendemos que há uma alternativa possível e porque acreditamos que a nossa cidade ainda pode ser melhor, é que o blog Caído em Campos decide apoiar a campanha do Barão Munchaussen à Prefeitura de Campos.
Esse grande homem, filho de usineiro e boia fria, trabalhou toda sua vida. Foi durante 10 anos garçon no bar e restaurante "Le Vomit" do Fundão. "Ali percebi que minha vocação era servir ao próximo, com a maior rapidez possível" lembra Munchaussen, "porque como dizia meu amigo Betinho 'quem tem fome, tem pressa.'"
Sua carreira no serviço público é extensa: trabalhou com Zezé Barbosa; Rockefeller; Garotinho; Sergio Mendes; Arnaldo Vianna; Campista e recentemente no governo de Alexandre Mocaiber. "Quero ser prefeito para renovar a forma de fazer política. Sei o que não deve ser feito, e como fazé-lo!" declara.
Campos tem uma opção, chama-se Barão Munchaussen.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
A fama dos argentinos III

De tanto em tanto, Ancelmo Gois costuma ter um surto de 'Galvãobuenice' com impulsos bastante preconceituosos contra os argentinos. Lembro alguns anos atrás de um comentário sobre um mendigo argentino em Copacabana tão retrógrado que no dia seguinte viu-se obrigado a pedir desculpas na própria coluna.
Nesse simpático comentário de hoje (foto), chama a turma de maradona de racistas, por uma coisa que não fizeram.
Na minha terra isso se chama...babaquice.
Agora se enxerga melhor

O Xacal reviveu a nossa campanha contra os royalties. A medida que a frustração e a impotencia tomam conta daqueles que ainda acreditam que a coisa pode mudar, fica mais claro que esse dinheiro só vai servir para afundar nosso município em mais corrupção e incompetência. Reproduzo aqui novamente o texto que deu origem a essa campanha.
Nota: o texto foi escrito quando Mocaiber estava afastado.
Procuradoria do Município. Câmara Legislativa. Tribunal de Contas. Justiça Estadual. Nem essas nem outras instituições, concebidas para controlar o acionar da gestão pública, conseguiram enxergar o que a justiça federal viu: corrupção e incompetência na utilização do dinheiro público. Se recursos federais não estivessem envolvidos no assunto, Mocaiber ainda estaria sentado na cadeira do prefeito- onde ela estiver.
Não tenho a intenção de discutir se foi por conivência ou miopia que o sistema de contrapesos falhou, embora tenha certeza de qual foi. Mais importante do que isso é pensar o motivo pelo qual uma prefeitura onde o dinheiro chove está no estado em que se encontra. E acho que encontrei a causa.
Não são os políticos ineptos e populistas, não são as instituições corrompidas e nem a pouca instrução do povo. A verdadeira razão da ruína de Campos é justamente o dinheiro dos royalties.
Pois é muito dinheiro. Milhões e milhões que a cada mês a Petrobrás deposita nas contas municipal. Como um pai carinhoso, rico e leviano, a petroleira entrega uma mesada absurda a seu filho levado e irresponsável para que faça com ela o que bem entender. O que poderíamos esperar que a criança fizesse com ele, um plano de investimento em longo prazo?
Não é apenas um defeito local. Os paises membros da OPEP, o clube dos maiores produtores de petróleo do mundo, possuem índices de desenvolvimento humano vergonhosos, incompatíveis com a riqueza produzida. Também não é novo: a Espanha do século XVI, possuidor de um continente novinho em folha, cheio de ouro e prata, nunca soube administrar com inteligência todos esses recursos, e acabou enfraquecida e endividada pouco tempo depois.
Eu proponho: acabemos com essa praga dos royalties. Façam com eles o que bem entender, em outro lugar.
Podem dividir a grana entre todos os municípios do estado, ou melhor, do país. Podem até fazer uma espécie de loteria, o bolão dos royalties, onde a cada mês uma cidade levasse o dinheiro através de sorteio. Poderia até se fazer uma competição para ver como o aplicam, e que a vencedora ficasse recebendo por mais um tempinho, digamos seis meses.
Afinal, essa historia de que a bacia se encontra no território do município não deixa de ser uma abstração. Uma interpretação diferente, sustentando que o território marítimo pertence a todos os brasileiros, seria tão ou mais válida do que aquela.
Se não sabemos nos administrar na riqueza, talvez saibamos nos administrar na carência. Da necessidade nasce a criatividade, e assim como dizem que a economia é a arte de administrar recursos escassos, a administração de recursos fartos deve ser a deseconomia, o que não sei bem que será, mas deve ser parecido ao que se faz na Prefeitura desde que somos o Riquinho dos municípios, o filho malcriado da Petrobras.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
O nevoeiro

Já que a blogósfera campista está empolgada com cinema nestes dias, aqui vai minha dica:
Deve estrear nas proximas semanas no cinema o novo filme de Frank Darabont, O Nevoeiro, baseado no livro de Stephen King. Darabont já tinha adaptado duas obras do escritor, a excelente Sonho de Liberdade e À Espera de Um Milagre. Desta vez o diretor entra de cheio no gênero favorito de King: o Terror. Numa pequena cidade americana, um nevoeiro baixa repentinamente impedindo a visibilidade a mais de 2 metros de distância, acompanhado de algumas criaturas bastante nojentas e perigosas.
Darabont se permite fazer uma leitura sociologica do grupo humano que fica preso num supermercado, o que gerou algumas polêmicas na crítica e reações bastante efusivas do público numa determinada cena em que um personagem é morto. Mas o mais impactante, o mais anti Hollywood que o diretor faz é a adaptação do final. Ele foi trocado em relação ao livro original, mudando o tom e a moral da história.
Os filmes americanos, em geral, se destacam por ter sua primeira metade muito mais criativa e original do que a parte final. Aqui, a situação e inversa. O horror, segundo Darabont, é algo pior do que um bicho feio aparecendo imprevistamente.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
Grana compra Ouro
Roberto Moraes, no seu blog, pergunta cadê Cuba nestas olimpíadas. O Xacal questiona o que é Michael Phelps, o superhomem recordista de medalhas.
Associado os dois interrogantes me surge um terceiro: é valido atribuir o mérito de uma vitória olímpica (ou derrota) a um país? Pra que serve o quadro de medalhas?
Um superatleta como Phelps, assim como o soviéticos ou os cubanos em seus dias de glória, são o produto de enormes recursos investidos no seu treinamento. É dinheiro que vem ou de patrocinadores privados, ou do governo, segundo o caso. Se o Brasil (ou qualquer outro pais) decidisse destinar um bilhão de dólares para um fundo de desenvolvimento esportivo com a finalidade de se tornar potencia olímpica, certamente ficariam nos primeiros lugares do ranking. E isso significaria o que? Apenas que destinou mais grana que os paises que ficaram embaixo dele.
O que é obvio precisa ser lembrado: mais trunfos esportivos não significam que o país do atleta seja melhor que nenhum outro, em nenhum aspecto. Menos ainda que existam características genéticas ou sociais do “Ser Nacional” que demonstrem que tal povo é superior. O exemplo recorrente mais emblemático deste erro foram as olimpíadas de 1936, na Alemanha nazista, mas durante toda a Guerra Fria os Estados Unidos e a URSS continuaram a competir para ver quem possuía o Homem Superior. Não se falava abertamente, é claro, mas ficar no topo da lista representava muito mais do que a simples constatação de que esse pais tinha apoiado mais aos esportistas do que qualquer outro.
Agora será a vez da China. A ditadura comunisto-capitalista demonstra sua superioridade nas quadras, nas piscinas e nas pistas de atletismo. Se isso é interpretado como a vitória do Homem Chinês frente ao mundo, também é valida a conclusão de que o Homem Chinês hoje é melhor ao Homem Chinês da época de Mao, quando não se colhiam tantas medalhas, mas se era mais socialista.
Mais medalhas só significa mais dinheiro investido, apenas isso.
O pais (ou patrocinador) põe grana num atleta e recebe ouro. Apenas um ciclo econômico.
Associado os dois interrogantes me surge um terceiro: é valido atribuir o mérito de uma vitória olímpica (ou derrota) a um país? Pra que serve o quadro de medalhas?
Um superatleta como Phelps, assim como o soviéticos ou os cubanos em seus dias de glória, são o produto de enormes recursos investidos no seu treinamento. É dinheiro que vem ou de patrocinadores privados, ou do governo, segundo o caso. Se o Brasil (ou qualquer outro pais) decidisse destinar um bilhão de dólares para um fundo de desenvolvimento esportivo com a finalidade de se tornar potencia olímpica, certamente ficariam nos primeiros lugares do ranking. E isso significaria o que? Apenas que destinou mais grana que os paises que ficaram embaixo dele.
O que é obvio precisa ser lembrado: mais trunfos esportivos não significam que o país do atleta seja melhor que nenhum outro, em nenhum aspecto. Menos ainda que existam características genéticas ou sociais do “Ser Nacional” que demonstrem que tal povo é superior. O exemplo recorrente mais emblemático deste erro foram as olimpíadas de 1936, na Alemanha nazista, mas durante toda a Guerra Fria os Estados Unidos e a URSS continuaram a competir para ver quem possuía o Homem Superior. Não se falava abertamente, é claro, mas ficar no topo da lista representava muito mais do que a simples constatação de que esse pais tinha apoiado mais aos esportistas do que qualquer outro.
Agora será a vez da China. A ditadura comunisto-capitalista demonstra sua superioridade nas quadras, nas piscinas e nas pistas de atletismo. Se isso é interpretado como a vitória do Homem Chinês frente ao mundo, também é valida a conclusão de que o Homem Chinês hoje é melhor ao Homem Chinês da época de Mao, quando não se colhiam tantas medalhas, mas se era mais socialista.
Mais medalhas só significa mais dinheiro investido, apenas isso.
O pais (ou patrocinador) põe grana num atleta e recebe ouro. Apenas um ciclo econômico.
sábado, 9 de agosto de 2008
Manifesto Anônimo
O CAB (Comentadores Anônimos de Blogs), cansados da situação de abandono e impunidade em que esta submergida a cidade, queremos manifestar sigilosamente nossa indignação e revolta, pensando bem forte: FORA ARNALDO, FORA ROSINHA, FORA FEIJO, FORA MACKHOUL!!!!!!
Convocamos, então, a uma jornada de protesta anônima a se realizar nesta segunda-feira, às 13h. Todos devem participar desta convocatória, pois o destino de Campos está em jogo, e não podemos deixar passar essa oportunidade de agir (em secreto).
Assim, cada um de nos, segunda as 13h, no lugar onde estivermos, devemos refletir anonimamente: FORA ARNALDO, FORA ROSINHA, FORA FEIJO, FORA MACKOUL!!!!!! ESSA CIDADE PRECISA MUDAR!! QUEREMOS UM NOVO PROTAGONISTA POLITICO QUE NOS REPRESENTE, QUE VÁ EM FRENTE, QUE NÃO TENHA MEDO DE DIZER A VERDADE!!!
Obs.: Não serão permitidos manifestações verbais, gritos, cânticos, nem nenhum tipo de ação que extravase o limite de nosso ser interior, e que possa revelar o que pensamos àqueles que nos conhecem, sob pena de desagradar parentes, colegas ou superiores.
Todos devemos participar! Não podemos ficar parados!
CBA - Comentadores Anônimos de Blogs
Integrantes (por ordem alfabética)
Anônimo 1
Anônimo 2
Anônimo 3
Anônimo 4
Anônimo 5
Anônimo 6
Anônimo 7
Anônimo 8
Anônimo 9
Convocamos, então, a uma jornada de protesta anônima a se realizar nesta segunda-feira, às 13h. Todos devem participar desta convocatória, pois o destino de Campos está em jogo, e não podemos deixar passar essa oportunidade de agir (em secreto).
Assim, cada um de nos, segunda as 13h, no lugar onde estivermos, devemos refletir anonimamente: FORA ARNALDO, FORA ROSINHA, FORA FEIJO, FORA MACKOUL!!!!!! ESSA CIDADE PRECISA MUDAR!! QUEREMOS UM NOVO PROTAGONISTA POLITICO QUE NOS REPRESENTE, QUE VÁ EM FRENTE, QUE NÃO TENHA MEDO DE DIZER A VERDADE!!!
Obs.: Não serão permitidos manifestações verbais, gritos, cânticos, nem nenhum tipo de ação que extravase o limite de nosso ser interior, e que possa revelar o que pensamos àqueles que nos conhecem, sob pena de desagradar parentes, colegas ou superiores.
Todos devemos participar! Não podemos ficar parados!
CBA - Comentadores Anônimos de Blogs
Integrantes (por ordem alfabética)
Anônimo 1
Anônimo 2
Anônimo 3
Anônimo 4
Anônimo 5
Anônimo 6
Anônimo 7
Anônimo 8
Anônimo 9
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
Na Natureza Selvagem
Depois falam que o cinema americano está decadente...
Na Natureza Selvagem (Into the Wild) de Sean Penn é uma adaptação do livro homônimo de Jon Krakauer sobre a vida de Chris McCandless, um rapaz idealista que decidiu se afastar da vida em sociedade indo para os bosques inóspitos de Alaska, onde depois de varios meses de supervivencia precaria morreria de fome dentro do ônibus que lhe servia de abrigo.
A curta, porem intensa, vida desse rapaz já dava para fazer um filme interessante. Mas Penn faz muito mais. Além de mostrar a enorme complexidade emotiva do protagonista, ele se preocupa com o sofrimento dos pais, a tristeza da irmã e os amigos que Chris encontra no seu percurso. Utilizando flashbacks e manipulando a ordem temporal dos eventos, o diretor não pretende apenas demonstrar habilidade técnica, mas sim emocionar honestamente, e sem entediar o espectador.
Junto com Sangue Negro, um dos melhores filmes que podem se encontrar nas prateleiras das novidades nas locadoras.
Na Natureza Selvagem (Into the Wild) de Sean Penn é uma adaptação do livro homônimo de Jon Krakauer sobre a vida de Chris McCandless, um rapaz idealista que decidiu se afastar da vida em sociedade indo para os bosques inóspitos de Alaska, onde depois de varios meses de supervivencia precaria morreria de fome dentro do ônibus que lhe servia de abrigo.
A curta, porem intensa, vida desse rapaz já dava para fazer um filme interessante. Mas Penn faz muito mais. Além de mostrar a enorme complexidade emotiva do protagonista, ele se preocupa com o sofrimento dos pais, a tristeza da irmã e os amigos que Chris encontra no seu percurso. Utilizando flashbacks e manipulando a ordem temporal dos eventos, o diretor não pretende apenas demonstrar habilidade técnica, mas sim emocionar honestamente, e sem entediar o espectador.
Junto com Sangue Negro, um dos melhores filmes que podem se encontrar nas prateleiras das novidades nas locadoras.
sábado, 2 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Resultado da última enquete on-line:
Você acha que os candidatos estão manipulando os resultados das enquetes on-line?:
-Sim 94,5%
-Não 324,5%
-Sim 94,5%
-Não 324,5%
Primicia! O relatório da CP da Câmara!!!!!!!!!!
“Depois de três meses de árduas investigações que nos obrigaram, com grande constrangimento, a afastar-nos do acionar legislativo, concluímos o relatório da comissão processante denunciando os gravíssimos fatos que aconteceram durante a gestão do atual prefeito frente ao executivo municipal:
- O prefeito não compareceu a quase nenhum ato público vestindo terno e gravata. Deselegância comprovada.
- O show realizado pela banda Cheiro de Amor, acontecido no Farol no dia 1º de janeiro, tinha o volume dos alto-falantes um pouco baixos. Moradores de Santo Eduardo reclamaram que não conseguiram ouvir direto.
- Há evidentes imprecisões no contrato entre a Prefeitura e a Fundação: na página 14, segunda alínea, pode se ler “DESFIAREMOS”, em lugar de “DESVIAREMOS”. Erro ortográfico grave.
- Pior ainda: dito documento, além de grampeado, possui um clipe metálico segurando as folhas. Ou seja, dois elementos utilizados que cumprem a mesma função, com o conseqüente dispêndio do dinheiro público.
- Foi constatado que as picapes Toyota Hilux da prefeitura, que transportam os principais assessores do prefeito, tiveram seus pneus calibrados com 2 libras a mais do que o recomendado pelo fabricante (32psi em vez de 30psi!!!!!)
Diante do exposto, recomendamos ao Plenário da Câmara determine a seguinte sanção exemplar, afim de que tais fatos não voltem a se repetir nunca mais em nossa querida cidade:
- Fica o prefeito impedido de viajar para o Rio de Janeiro durante dois (2) fins de semana, não consecutivos.
Comissão Processante”
- O prefeito não compareceu a quase nenhum ato público vestindo terno e gravata. Deselegância comprovada.
- O show realizado pela banda Cheiro de Amor, acontecido no Farol no dia 1º de janeiro, tinha o volume dos alto-falantes um pouco baixos. Moradores de Santo Eduardo reclamaram que não conseguiram ouvir direto.
- Há evidentes imprecisões no contrato entre a Prefeitura e a Fundação: na página 14, segunda alínea, pode se ler “DESFIAREMOS”, em lugar de “DESVIAREMOS”. Erro ortográfico grave.
- Pior ainda: dito documento, além de grampeado, possui um clipe metálico segurando as folhas. Ou seja, dois elementos utilizados que cumprem a mesma função, com o conseqüente dispêndio do dinheiro público.
- Foi constatado que as picapes Toyota Hilux da prefeitura, que transportam os principais assessores do prefeito, tiveram seus pneus calibrados com 2 libras a mais do que o recomendado pelo fabricante (32psi em vez de 30psi!!!!!)
Diante do exposto, recomendamos ao Plenário da Câmara determine a seguinte sanção exemplar, afim de que tais fatos não voltem a se repetir nunca mais em nossa querida cidade:
- Fica o prefeito impedido de viajar para o Rio de Janeiro durante dois (2) fins de semana, não consecutivos.
Comissão Processante”
Assinar:
Postagens (Atom)






